1.9.26

Fortunas e Adversidades de Luciano de Megera, Burro de Muitos Amos

 

Será esta novela um divertimento literário? Um exercício erudito ou um embuste? Patranha de algum alfarrabista? Que mistérios se escondem por detrás desta peregrina novela, com tanto de picaresco como de sátira e crítica de costumes?

A novela que ora se apresenta nasce da descoberta de um manuscrito, da sua apropriação criativa por Paulo Moreiras e da simbiose literária que o autor estabeleceu entre os textos, preservando o mesmo princípio: o de poder escrever pelo puro amor da escrita.


Poderia um burro escrever uma novela assim? Pelos vistos confirma-se. Porém, esta novela afigura-se como um quebra-cabeças para os bibliotecários, um trinta-e-um para os livreiros e um imbróglio para os críticos literários, isto é, se houver algum disposto a perder-se pelas brenhas desta floresta de fantasia e imaginação.


Aqui o leitor entra por sua conta e risco, sabendo que irá encontrar uma obra cheia de pilhéria, graça e sainete como aquelas a que Paulo Moreiras já nos habituou e de onde seguramente sairá com a barriga farta de riso. Fica feito o aviso. Atreva-se.